quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Utilização do Sistema Multimédia

Teoria da cor

O conceito de cor está associado à percepção, pelo sistema de visão do ser humano, da luz emitida, difundida ou reflectida pelos objectos. A cor de um objecto depende das características das fontes de luz que o iluminam, da reflexão da luz produzida pela sua superfície e das características sensoriais do sistema de visão humano, os olhos, ou de câmaras digitais. A não existência de luz significa a não existência de cor.

A luz contém uma variedade de ondas electromagnéticas com diferentes comprimentos de onda. Se o comprimento de uma onda electromagnética pertencer ao intervalo de 380 a 780 nm (1 nanómetro = 10-9 m) é detectada e interpretada pelo sistema de visão do ser humano. Estes diferentes comprimentos de onda constituem o espectro de luz visível do ser humano e estão associados a diferentes cores. 

A interpretação das cores é feita pelo cérebro humano depois de a luz atravessar a íris e ser projectada na retina. Os olhos são os sensores de toda a visão e esta pode ser do tipo escotópica e fotócopia.

A visão escotópica é assegurada por um único tipo de bastonetes existentes na retina que são sensíveis ao brilho e não detectam a cor. Quer dizer que são sensíveis a alterações da luminosidade, mas não aos comprimentos de onda da luz visível.

A visão fotópica é assegurada por um conjunto de três tipos diferentes de cones existentes na retina.

Estes são sensíveis à cor e aos comprimentos de onda da luz visível. O número de cones da retina distribuem-se da seguinte forma: 64% são do tipo vermelho (Red), 32% do tipo verde (Green) e 2% do tipo azul (Blue).

Como os bastonetes e os cones constituem dois tipos de sensores diferentes que apreendem a intensidade da luz e as diferenças de cor, é usual associá-los  respectivamente, aos conceitos de Iuminância e crominância. Estes conceitos estão relacionados com as diferentes formas de representar as cores.

Modelos aditivo e subtractivo

O modelo utilizado para descrever as cores emitidas ou projectadas é considerado aditivo e para as cores impressas é considerado subtractivo.


Num modelo aditivo a ausência de luz ou de cor corresponde à cor preta, enquanto que a mistura dos comprimentos de onda ou das cores vermelha (Red), verde (Green) e azul (Blue) indicam a presença da luz ou a cor branca.


Modelo aditivo

Num modelo subtractivo, ao contrário do modelo aditivo, a mistura de cores cria uma cor mais escura, porque são absorvidos mais comprimentos de onda, subtraindo-os à luz. A ausência de cor corresponde ao branco e significa que nenhum comprimento de onda é absorvido, mas sim todos reflectidos


Modelo subtractivo

O modelo subtractivo explica a mistura de pinturas e tintas para criarem cores que absorvem alguns comprimentos de onda da luz e reflectem outros. Assim, a cor de um objecto corresponde à luz reflectida por ele e que os olhos recebem.


Modelo RGB

Caracterização do modelo


O modelo RGB é um modelo aditivo, descrevendo as cores como uma combinação das três cores primárias: vermelha(Red), verde (Green) e azul (Blue)As cores primárias de um modelo são cores que não resultam da mistura de nenhuma outra cor.

Qualquer cor no sistema digital é representada por um conjunto de valores numéricos.
Por exemplo, cada uma das cores do modelo RGB pode ser representada por um dos seguintes valores: decimal de 0 a 1, inteiro de 0 a 255, percentagem de, 0% a 100% e hexadecimal de 00 a FF. 

Como o modelo RGB é aditivo, a cor branca corresponde à representação simultânea das três cores primárias (1,1,1), enquanto que a cor preta corresponde à ausência das mesmas (0,0,0).
A escala de cinzentos é criada quando se adicionam quantidades iguais de cada cor primária, permanecendo na linha que junta os vértices preto e branco.

Aplicações 

As aplicações do modelo RGB estão associadas à emissão de luz por equipamentos como monitores de computador e ecrãs de televisão. Por exemplo, as cores emitidas pelo monitor de um computador baseiam-se no facto de o olho e o cérebro humano interpretarem os comprimentos de onda de luz das cores vermelha, verde azul. Por isso, estas são emitidas pelo monitor, que combinadas podem criar milhões de cores.

O monitor CRT é essencialmente um tubo de raios catódicos (CRT- Catodic Ray Tube) Que aloja um canhão de electrões e que é fechado na frente por um vidro, o ecrã, revestido internamente por três camadas de fósforo. Para gerar uma cor, os monitores coloridos precisam de três sinais separados que vão sensibilizar os respectivos pontos de fósforos das três cores primárias.


Resolução e tamanho

Uma imagem digital é uma representação discreta, constituída por píxeis (píxel - picture element). O píxel, normalmente um quadrado, é a unidade elementar de brilho e cor que constitui uma imagem digital (fig.3.6.). Assim, a definição de resolução de uma imagem é entendida como a quantidade de informação que a imagem contém por unidade de comprimento, isto é, o número de píxeis por polegada, ppi (pixels per inch).

A resolução da imagem pode também ser definida, de forma imprópria, pelo seu tamanho, ou seja, pelo número de píxeis por linha e por coluna.


A resolução de uma imagem digital determina não só o nível de detalhe como os requisitos de armazenamento da mesma. Quanto maior a resolução de uma imagem maior será o tamanho do ficheiro de armazenamento.


O nível de detalhe de uma imagem depende da informação de cada píxel. Cada píxel é codificado de acordo com a cor e o brilho que representa, isto é, ocupa em memória um número de bits que varia de acordo com o número de cores, tons de cinza e brilho definido para uma determinada imagem.


Profundidade de cor


Indica o número de bits usados para representar a cor de um píxel numa imagem. Este valor é também conhecido por profundidade do píxel e é definido por bits por píxel (bpp). 

A profundidade de cor das imagens varia com o número de cores presentes na imagem.

No modelo RGB, com a profundidade de 24 bits existe a possibilidade de escolher 16,7 milhões de combinações de cor . Embora o olho humano não possa identificar estes 16,7 milhões de cores, este número de combinações permite variações ténues que dão a impressão de imagens com aspectos muito reais.

Com uma profundidade de 32 bits, apenas são endereçadas 65 536 cores. Este é um modo gráfico especial usado pelo vídeo digital, animação e jogos para levar a cabo certos efeitos. Neste caso, os 8 bits extras (Alpha Channel) não são utilizados para representar cores, mas, por exemplo, poder indicar o grau de transparência que o píxel deve ter quando a imagem, à qual ele pertence, é sobreposta com outra imagem.

Indexação de cor



Consiste em representar as cores dos pixéis por meio de índices de uma tabela (Lookup Table) e que, em alguns formatos de imagem, é armazenada juntamente com a mesma num único ficheiro. As cores desta tabela são conhecidas como cores indexadas, porque estão referenciadas pelos números de índice que são usados pelo computador para identificar cada cor.

Enquanto uma imagem RGB é definida separadamente por valores de vermelho, verde e azul para cada pixel numa imagem, uma imagem de cor indexada cria uma tabela que define um número de cores predefinidas e cada pixel é definido por um índice de cor dessa tabela. 
A figura mostra a caixa de diálogo Material Properties do Paint Shop Pro com uma tabela (paleta) de 16 cores (4 bits de profundidade de cor). O vermelho é a cor seleccionada e o seu índice é o 9. O quadro compara a posição das cores preta e branca com os seus respectivos índices numa paleta correspondente à da figura.

As cores indexadas reduzem o tamanho dos ficheiros de imagens. Se a imagem for uma fotografia, esta pode originar um ficheiro de cores indexadas de tamanho grande.

As cores indexadas estão limitadas a 256 cores, podendo ser qualquer conjunto de 256 cores de 16,7 milhões de 24 bits de cor. Se tivermos um gráfico a preto e branco e se este for guardado com um formato de cor indexada, a tabela contém apenas as cores preta e branca necessárias para a imagem e não precisa de conter 256 cores ou menos. O ficheiro torna-se mais pequeno, não necessitando de guardar informação a mais.

Paleta de cores

Uma paleta de cores é a designação utilizada para qualquer subconjunto de cores do total suportado pelo sistema gráfico do computador. Pode também ser chamada de mapa de cor, mapa de índice, tabela de cor, tabela indexada ou tabela de procura de cores (Lookup Table - LUT). Cada cor dentro da paleta é identificada por um número (índice).

Complementaridade de cores

Uma cor complementar de uma determinada cor primária é a cor que se encontra quando é efectuada uma rotação de 180 graus num anel de cor. No modelo RGB, estas cores complementares são também chamadas cores secundárias ou cores primárias de impressão.
Em termos técnicos as cores secundárias ou complementares de um modelo são cores que resultam da mistura de quantidades iguais de duas cores primárias adjacentes. O quadro 6 identifica as cores primárias do modelo RGB e as suas respectivas cores complementares.

Modelo CMYK

Caracterização do modelo


É um modelo constituído a partir do modelo CMY em que foi acrescentada a cor preta (blacK). O modelo CMY é um modelo subtractivo, descrevendo as cores como uma combinação das três cores primárias ciano (Cyan), magenta (Magenta) e amarelo(Yellow). A cor preta foi adicionada ao modelo por ser mais fácil a sua obtenção quando impressa em papel do que recorrendo à mistura de cores.


O modelo CMY baseia-se na forma como a Natureza cria as suas cores quando reflecte parte do espectro de luz e absorve outros. Por isso, é considerado um modelo subtractivo, porque as cores são criadas pela redução de outras à luz que incide na superfície. A observação dos cubos de cor das figuras mostram que as cores primárias do modelo CMY são as cores secundárias do RGB e as cores primárias de RGB são as cores secundárias de CMY.

Aplicações



O modelo CMYK é utilizado na impressão em papel, empregando as cores do modelo CMY e a tinta preta (K) para realçar melhores tons de preto e cinza. A impressão, utilizando o modelo CMYK, assenta na sobreposição de camadas de tintas de ciano, magenta, amarelo e preto. Desta forma, as áreas em branco indicam inexistência de tinta ou pigmentos e as áreas escuras indicam uma concentração de tinta. Este modelo utiliza-se em impressoras, fotocopiadoras, pintura e fotografia, onde os pigmentos de cor das superfícies dos objectos absorvem certas cores e reflectem outras.

O modelo HSV

Nos pontos anteriores foram vistos os modelos RGB e CMYK, mas outros modelos podem ser criados baseados nas suas aplicações ou utilizações e de acordo com as seguintes categorias: 


  • standard (CIE-XYZ);
  • perceptual (Luv e Lab);
  • linear (RGB CMYK);
  • artístico (Munsell, HSV HLS); 
  • transmissão de sinais de televisão (YIQ YUV).

O modelo HSV é definido pelas grandezas tonalidade (Hue),  saturação (Saturation) e valor (Value), onde este último representa a luminosidade ou o brilho de uma cor.

A tonalidade (Hue) é a cor pura com saturação e luminosidade máximas, por exemplo, amarelo, laranja, verde, azul, etc. A tonalidade permite fazer a distinção das várias cores puras e exprime-se num valor angular entre 0 e 360 graus. Por exemplo, o valor 0 ou 360 graus corresponde ao vermelho.


A saturação (saturation) indica a maior ou menor intensidade da tonalidade, isto é, se a cor é pura ou esbatida (cinzenta). Uma cor saturada ou pura não contém a cor preta nem a branca. A saturação é utilizada para descrever quão viva ou pura é a cor e em termos técnicos descreve a quantidade de cinzas numa cor. Exprime-se num valor percentual entre 0 e 100%. O valor 0% indica a inexistência de cor ou a aproximação aos cinzentos e o valor 100% indica uma cor saturada ou pura.


O valor (value) traduz a luminosidade ou o brilho de uma cor, isto é, se uma cor é mais clara ou mais escura, indicando a quantidade de luz que a mesma contém. O termo luminosidade está relacionado com a luz reflectida, enquanto que o termo brilho está relacionado com a luz emitida. Em termos técnicos, esta grandeza indica a quantidade de preto associado à cor e exprime-se num valor percentual entre 0 e 100%. O valor 0% indica que a cor é muito escura ou preta e o valor 100% indica que é saturada ou pura.


Pode-se concluir que a tonalidade e a saturação são elementos de crominância, pois fornecem informação relativa à cor. Por outro lado, a percepção da luminosidade (luz reflectida) e do brilho (luz emitida) são elementos de luminância.


Aplicações


O modelo HSV baseia-se na percepção humana da cor do ponto de vista dos artistas plásticos. Isto é, os artistas plásticos para obterem as várias cores das suas pinturas combinam a tonalidade com elementos de brilho e saturação. Desta forma, o modelo HSV é mais intuitivo de utilizar do que o modelo RGB. Do ponto de vista de um artista plástico, é mais fácil manusear as cores em função de tons e sombras do que apenas como combinações de vermelho, verde e azul.


Modelo YUV

Caracterização do modelo

O modelo YUV foi criado a par do desenvolvimento da transmissão de sinais de cor de televisão.
Este modelo baseado na luminância permite transmitir componentes de cor em menos tempo do que seria necessário se fosse utilizado o modelo RGB. Ao mesmo tempo, o modelo YUV permite transmitir imagens a preto e branco e imagens de cor de forma independente.

Aplicações

O modelo YUV é adequado às televisões a cores, porque permite enviar a informação da cor separada da informação de luminância. Assim, os sinais de televisão a preto e branco e de televisão a cores são facilmente separados. O modelo YUV é também adequado para sinais de vídeo. Este modelo permite uma boa compressão dos dados, porque alguma informação de crominância pode ser retirada sem implicar grandes perdas na qualidade da imagem, pois a visão humana é menos sensível à crominância do que à luminância.

O modelo YUV é utilizado pelos sistemas de televisão europeu PAL e francês SECAM e na compressão dos formatos JPEG/MPEG. No sistema de televisão americano e asiático NTSC é utilizado um modelo de cor equivalente designado YIQ. A câmara de vídeo converte os dados RGB capturados pelos seus sensores em sinais YUV. O ecrã, para efectuar o rendering destes sinais, precisa de voltar a convertê-los para RGB.

Cores em HTML

As cores presentes em páginas Web utilizam normalmente o modelo RGB. Os primeiros monitores apenas permitiam uma paleta limitada de 256 cores RGB. Atualmente, com o aparecimento de monitores e placas gráficas que proporcionam uma profundidade de 24 bits, o uso de mais de 156 cores não é problema para um computador com capacidade para processar este número de cores.

Geração e captura de imagem

Formato de ficheiros de imagem

Formatos para imagens bitmap

Existem duas grandes categorias de imagens, as bitmap e as imagens vectoriais:

As imagens bitmap são um conjunto de pontos (pixéis) contidos num quadro, possuindo, cada um destes pontos, um ou vários valores que descrevam a sua cor;
As imagens vectoriais são representações de entidades geométricas como um círculo, um rectângulo ou um segmento. Estes são representados por fórmulas matemáticas (um rectângulo é definido por dois pontos, um círculo por um centro e um raio, uma curva por vários pontos e uma equação). É o processador que fica encarregue de "traduzir" estas formas em informações interpretáveis pela placa gráfica.


Características dos formatos dos ficheiros do tipo bitmap

 BMP
É um dos formatos mais simples, desenvolvido conjuntamente pela Microsoft e OS/2. Este formato foi estudado de maneira a obter um bitmap independente do periférico de afixação (DIB, Device independent bitmap).

GIF
Uma imagem GIF pode conter de 2 a 256 cores (2, 4,8,16,32,64,128 ou 256) entre os 16.8 milhões. Assim, com este limitado em número de cores (e não limitada em cores diferentes), as imagens obtidas por este formato têm uma dimensão geralmente muito fraca.

JPEG
O formato JPEG é um dos padrões mais populares da internet por aliar duas características importantes: oferece níveis razoáveis de qualidade de imagem e gera arquivos de tamanho pequeno quando comparado a outros formatos, facilitando o seu armazenamento e a sua distribuição.

PDF
O formato Portable Document Format (PDF) é o padrão global para a captura e a revisão de informação de mídia rica de quase todos os aplicativos ou sistemas operacionais. Orgãos governamentais em todo o mundo usam este formato para comunicar as suas ideias e os seus pontos de vista.

PNG
O formato PNG (Portable Network Graphics, ou formato Ping) foi criado em 1995 para fornecer uma alternativa livre ao formato GIF. Este formato permite armazenar imagens a preto e branco (até 16 bits por pixéis de profundidade de codificação), em cores reais (True color, até 48 bits por pixéis de profundidade de codificação), bem como imagens indexadas, fazendo uso de uma paleta de 256 cores.

TIFF
O TIFF (Tagged Image File Format) é um antigo formato gráfico que permite armazenar imagens bitmap de 
dimensão considerável (mais de 4 Go comprimidos), sem perda de qualidade e independentemente das plataformas ou dos periféricos utilizados (Device-Independant Bitmap, notado DIB).


segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Conceitos Básicos de Multimédia - Parte 7

Conceitos Básicos de Multimédia - Parte 7

Sistemas de ficheiros 

Red Book:

Especificação física para o disco óptico CD e em particular para o CD-DA. Constitui uma norma internacional designada por ISO/IEC 60908. Foi reformulada de forma a incluir o CD-Graphics e CD-Text.
A primeira edição foi lançada em Junho de 1980 pelas empresas Philips e Sony.


Yellow Book:

Especificação do CD-ROM e da sua extensão CD-ROM XA. Constitui uma norma internacional designada por ISSO/IEC 10149.
O Yellow Book, criado pela Sony e Philips (1984) foi a primeira prolongação do Red Book.


Green Book:

Especificação para o CD-i (CD-interactive), que esteve na origem do desenvolvimento de aplicações interactivas para o DVD Vídeo.
Foi publicado em 1988.


Orange Book:

Especificações para os CD graváveis e regraváveis em multissessão.
O Orange Book foi publicado pela primeira vez em 1990.


White Book:

Especificação para o Vídeo CO que é compatível com a norma ISO 9660. Foi expandida de forma a incluir os discos Super Vídeo CD, ou seja, o White Book, que foi lançado em 1993 pela Sony, Philips, Matsushita e JVC, refere-se a um padrão de disco compacto que armazena som, fotos e vídeo em movimento.


Blue Book:

Especificação para o Enhanced CD.
Este foi publicado em 1996.

Em relação aos DVD os livros são identificados por uma letra maiúscula e designam-se por A, B, C, D, E e F. Para cada formato o livro descreve o processo físico de gravação, a organização lógica dos ficheiros e outras especificações.


Sistemas de ficheiros 

ISO 9660 (CDFS)
Extensão Joliet
Extensão Rock Ridge
Extensão El Torito                    
ISO 13346 (ECMA-16 7)
UDF
Mount-rainier

ISO 9660

Este é o sistema de arquivos padrão para CD-ROMs, que permite que o CD seja lido em PCs rodeando qualquer sistema operacional. Apesar de ser usado quase universalmente, o ISO 9660 possui a limitação de não suportar nomes de arquivo com mais de 32 caracteres (apenas 8 caracteres e mais uma extensão de 3 no padrão antigo). 
 
O Joliet

É a mais usada e permitem o uso de nomes longos no Windows e Linux respectivamente (o CD ainda pode ser lido no outro sistema, embora os nomes longos apareçam truncados). Os programas de gravação mais actuais permitem combinar as duas extensões, criando CDs compatíveis com ambos.

É uma extensão do padrão ISO 9660, desenvolvido pela Microsoft para permitir gravação em CDs de nomes de arquivos com até 64 posições incluindo espaços e o conjunto de caracteres Internacional (Unicode). Também grava o padrão associado ao DOS de cada arquivo de forma que o arquivo possa ser lido em Sistemas DOS e em versões anteriores de Windows.
 
El Torito

A especificação El Torito permite a criação de um CD-ROM como uma imagem de uma unidade de disco rígido ou uma unidade de disquetes. Quando efectua uma imagem de um disco rígido, o CD-ROM será iniciado como sendo a unidade C e irá todas as letras de unidade de disco rígido ser deslocadas mais uma letra. Quando iniciar uma imagem disquete, CD-ROM será identificada como unidade A. A unidade original A ficará unidade B e a unidade original B estará indisponível.

Rock Ridge 
 
Estabelece um conjunto de especificações adicionais relativas à norma iso 9660, permitindo suportar as especificidades de sistemas operativos diferentes do ms windows.
destina-se a sistemas baseados no sistema operativo unix/linux.
destacam-se as seguintes categorias:
- suporte para directórios ou pastas
- o nome dos ficheiros com o máximo de 31caracteres.

Ao ler um CD no linux com as extensões Rock Ridge, todas as informações associadas aos ficheiros são mostradas, à semelhança do que acontece com o sistema de ficheiros do unix.

Iso 13346
 
É uma forma internacional criada em 1995, que sofreu várias revisões até a actualidade.
Define o volume e a estrutura de ficheiros dos suportes de armazenamento que utilizam um funcionamento não sequencial para a transferência de informação. Esta norma é equivalente ao standard ECMA-167.

UDF

É um formato definido pela OSTA com base nos standards ISO 13346 e ECMA-167 e constitui o sucessor do formato ISO 9660, apesar de puderem coexistir.
É utilizado em todos os DVD e no CD-R e CD-RW. Tem por base standards abertos, permitindo a troca de informação entre sistemas operativos e entre suportes de armazenamento de informação.
Permite a gravação de dados num CD de forma semelhante á gravação numa unidade de disco rígido ou numa unidade de disquetes, suportando um grande número de funções avançadas, como nomes de ficheiros longos, árvores de directórios longas, ficheiros pequenos, ficheiros grandes e acesso a listas de controlo.

Mount Rainier (MRW)  
Formato para CD’S ópticos R-W.
- Recolocar o disco flexível.
- Somente com movimentações – de blocos físicos num espaço virtual e defect-free.
(diferente de:)
- DVD-RAM não requer trabalhar com CD-RW e DVD+RW.
Formato físico de discos de MRW " é de UDF que é controlado internamente.

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Conceitos Básicos de Multimédia - Parte 6

Conceitos Básicos de Multimédia - Parte 6

CD
Os dispositivos de armazenamento ópticos são dispositivos em que a leitura e a gravação dos dados são realizadas por processos ópticos, ou seja, através da utilização da tecnologia laser. CD (Compact Disk).

B.1-Áudio

a) CD-Digital Audio

O formato CD-Digital Audio (CD-DA) surgiu em 1982 e foi o primeiro formato de CD indicado para a gravação de áudio com muita qualidade. Este, quando surgiu, revolucionou a forma de gravação que, até à época, era realizada no formato analógico em discos de vinil e fitas magnéticas.
Os sinais analógicos, ao serem gravados nestes CD, eram convertidos em sinais digitais.
Para a divulgação deste formato de CD contribuíram, na época, de forma determinante, as seguintes características: qualidade superior do audiodigital gravado, tamanho dos discos de 12 cm de diâmetro e capacidade para 74 minutos de música.
O formato CD-Digital Audio é um formato cujos ficheiros podem ser reproduzidos em qualquer leitor de CD.
Quando os ficheiros de áudio estão num formato diferente do CD-DA, por exemplo, MP3, MP3pro, WAV, VQF, WMA e AIF, estes são automaticamente convertidos no formato CD-DA antes de serem gravados num CD de áudio. A conversão do formato dos ficheiros pode atrasar o processo de gravação.

b) CD-Text

O formato CD-Text é utilizado para armazenar nos CD texto e áudio. Este texto pode consistir em informação relacionada com os títulos e os intérpretes das músicas.
Actualmente, a maior parte das unidades de leitura CD-DA, existentes no mercado, não suportam o formato CD-Text. Estas unidades podem reproduzi-los como se fossem CD de áudio, ignorando o texto. Para que isto não aconteça, é necessário utilizar uma unidade de leitura CD-DA modificada.
Para criar um CD-Text, o gravador de CO tem de suportar este formato e gravá-lo no modo de gravação OAO (Disc At Once - disco de uma vez), gravando uma ou várias pistas do CD numa só operação e fechando-o depois.

c) Enhanced Music CD

O formato Enhanced Music CD permite criar CD com áudio e dados segundo uma nova concepção. Neste formato as pistas de áudio vão ser gravadas no início do CO e as pistas de dados no fim.
Estes discos são mais indicados como suporte multimédia do que os discos CD-DA, que apenas suportam áudio.
No formato Enhanced Music CD, as unidades de leitura CD-DA apenas lêem o áudio e ignoram os dados e as unidades de leitura CD-ROM XA lêem o áudio e os dados.

d) Super Audio CD

O formato Super Audio CD (SACD) resultou de mais uma parceria entre a Sony e a Philips. Este formato reúne boas características de um padrão de som digital, porque aperfeiçoa a frequência de amostragem e o nível de quantização do sinal, melhorando a gravação e a reprodução dos sinais digitais.
Para além da qualidade sonora, também a quantidade de informação aumentou em relação aos outros CD.

B.2 - Vídeo e dados

a) CD-ROM XAO formato CD-ROM XA (Compact Disc - Read Only Memory Extended Architecture) é uma melhoria introduzida pela Sony, Philips e Microsoft em 1988, permitindo a intercalação linterleaving) de dados de áudio, texto e imagem num àisco óptico mu\timédia. Os leitores do formato CD-ROM XA podem ser utilizados como periféricos do computador.

b) Photo-CD

O formato Photo-CD constitui a base para a criação de um suporte alternativo às fotografias e aos slides convencionais, tornando possível o seu armazenamento no formato digital em discos CD-R.
Os CD, neste formato, podem ser lidos em unidades de leitura Photo-CD e visualizados na televisão ou em unidades de leitura CD-ROM, CD-ROM XA e visualizados no monitor do computador.

c) Vídeo CD

O formato Vídeo CD (VCD) foi criado em 1993 pela Philips e JVC, de forma a permitir armazenar filmes que pudessem posteriormente ser reproduzidos em computador. Este formato de CD é na realidade do tipo CD-ROM XA e pode comportar 74 minutos de áudio e de vídeo digitais, utilizando a compressão MPEG-1.
d) Super Vídeo CD

O formato Super Vídeo CD (SVCD) foi concebido para ser o suc
essor tecnológico do formato Vídeo CD, no entanto, ao nível técnico está mais próximo do DVD do que do CD.
Os CD gravados no formato Super Vídeo CD contêm sequências de vídeo MPEG-2 e, utilizando a qualidade mais elevada, podem conter cerca de 35 minutos de filme num disco-padrão com 74 minutos de capacidade de armazenamento.

e) CD Multissessão

O formato CD Multissessão tornou possível superar os inconvenientes do formato Disc At Once utilizado inicialmente pelos CD-R. Nestes, os dados eram gravados de uma só vez e numa única pista. Para concluir a gravação, o CD era fechado e não se podia acrescentar ou alterar dados ao seu conteúdo. Com o formato CD Multissessão, os CD passaram a poder ser gravados em várias sessões e em momentos definidos pelos utilizadores, até o disco ficar preenchido. Em cada sessão de gravação, a tabela de conteúdo do CD (table of contents ou TOC) é actualizada para incluir as novas informações. Para que um CD Multissessão seja tratado pelo computador como uma unidade semelhante a uma das unidades internas, é necessário que o leitor de CD seja do tipo multissessão. Se o leitor de CD não for multissessão, somente os dados gravados na primeira sessão de gravação serão vistos e todos os demais serão ignorados.

DVD

DVD (abreviação de Digital Video Disc ou Digital Versatile Disc, em português, Disco Digital de Vídeo ou Disco Digital Versátil). Contém informações digitais, tendo uma maior capacidade de armazenamento que o CD, devido a uma tecnologia óptica superior, além de padrões melhorados de compressão de dados, e foi criado no ano de 1996.

Os DVD possuem por padrão a capacidade de armazenar 4,7 GB de dados, enquanto que um CD armazena em média de 700 MB. Os chamados DVD de dual-layer (dupla camada) podem armazenar até 8,5 GB. Apesar da capacidade nominal do DVD comum gravável, é possível apenas gravar 4.484 MB de informações, e com o tamanho máximo de cada arquivo de 1 GB numa gravação normal.
DVD-R: permite apenas uma gravação e pode ser lido pela maioria de leitores de DVD;
DVD+R: permite apenas uma gravação, pode ser lido pela maioria de leitores de DVD e é lido mais rapidamente para backup;
DVD+R DL (dual-layer): semelhante ao DVD+R, mas permite a gravação em dupla camada, aumentando a sua capacidade de armazenamento.
DVD-RW: permite gravar e apagar cerca de mil vezes;
DVD+RW: é uma evolução do DVD-RW. Também permite gravar e apagar cerca de mil vezes, mas possui importantes aperfeiçoamentos, em especial uma compatibilidade muito maior com os DVD Players, a possibilidade de editar o conteúdo do DVD sem ter de apagar todo o conteúdo que já estava gravado e um sistema de controle de erros de gravação.
DVD+RW DL: possui duas camadas de gravação, o que duplica a sua capacidade de armazenamento.
DVD-RAM: permite gravar e apagar mais de cem mil vezes. A gravação e a leitura são feitos em uma série de círculos concêntricos, um formato que se aproxima mais do que ocorre nos discos rígidos (em todos os demais tipos de DVD, e também de CD, a gravação é feita em uma única linha contínua, uma espiral que parte do centro e termina na borda externa). Daí decorre o nome "gravação aleatória" (nos demais DVD, ela seria contínua). Permite editar o conteúdo do DVD sem ter de apagar todo o conteúdo que já estava gravado. 

Diferença entre DVD+R e DVD-R
DVD+R e DVD-R possuem a mesma função e a mesma capacidade. Na prática, a diferença da mídia DVD-R para a DVD+R é o desempenho: discos DVD+R são lidos mais rapidamente do que discos DVD-R.

Diferença entre DVD+RW e DVD-RW
A diferença, além do que já foi dito, é que o DVD+RW suporta gravação aleatória (o que significa que é possível adicionar e remover arquivos sem a necessidade de apagar todo o disco para recomeçar), sendo mais parecido com um disco rígido removível, enquanto que o DVD-RW não (se for necessário mudar alguma coisa, será preciso limpar todo o disco e recomeçar). A desvantagem do DVD+RW é o seu custo maior.


Blu-ray

O principal diferencial do Blu-ray em relação ao DVD é sua capacidade de armazenamento, que passa dos 9 GB do DVD dual layer para 25 GB em cada camada na nova mídia. Isso permite discos com 50 GB em duas camadas e até 128 GB em quatro camadas. Porém, a maioria dos leitores está limitada aos discos Blu-ray dual layer, sendo que as mídias com mais camadas pertencem ao novo padrão BDXL. Confira abaixo a tabela com as diferenças de capacidade entre os formatos.

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Conceitos Básicos de Multimédia - Parte 5


Conceitos Básicos de Multimédia - Parte 5


Dispositivos de armazenamento 

Permitem guardar dados de forma permanente ou semipermanente. 
Estes dispositivos, de acordo com a tecnologia utilizada na leitura e escrita dos seus dados, podem ser classificados em magnéticos, semicondutores e ópticos.

Magnéticos

Discos rígidos

disco rígido ou HD (Hard Disk) - é o dispositivo de armazenamento permanente de dados mais utilizado nos computadores. Nele, são armazenados desde os seus arquivos pessoais até informações utilizadas exclusivamente pelo sistema operacional. Podem ser designados por internos ou externos, conforme estão instalados dentro ou fora do computador.

Bandas magnéticas

As bandas magnéticas utilizam a electromagnetização das partículas de uma fita magnética para a gravação e a leitura dos dados, realizadas de forma sequencial. As bandas magnéticas continuam a ser o suporte mais económico de armazenamento de grandes quantidades de dados e, por isso, as mais indicadas para fazer cópias de segurança(backups) da informação existente num computador.

Semicondutores

Cartões de memória 

Os cartões de memória servem para armazenar dados como texto, fotos, vídeos e músicas. Estes são usados em diferentes tipos de dispositivos de hardware como, por exemplo, câmaras fotográficas digitais, telemóveis e leitores de MP3.
De entre os vários tipos de cartões de memória, destacam-se os CompactFlash, SmartMedia, SD (Secure Digital) Memory e MMC (MultiMedia Card).

Pen drives

As pen drives servem para armazenar dados e ligam-se ao computador através de uma porta USB. Estas memórias constituem um meio prático para transporte de dados entre computadores, não necessitando, na maior parte das vezes, de instalação prévia de software. Relativamente ao seu tamanho e custo, pode-se considerar como boas a capacidade de armazenamento, a fiabilidade e a taxa de transferência dos dados.

Ópticos

Os dispositivos de armazenamento ópticos são dispositivos em que a leitura e a gravação dos dados são realizadas por processos ópticos, ou seja, através da utilização da tecnologia laser. 


Conceitos Básicos de Multimédia - Parte 4

Conceitos Básicos de Multimédia - Parte 4 

5.2  Recursos necessários


5.2.1 Hardware


Dispositivos de entrada 



A função dos dispositivos de entrada é dar instruções ao computador na forma de dados digitais. A maioria dos dispositivos de entrada permite controlar programas, colocar o cursor no monitor, movimentar e deslocar. As funcionalidades dependem do tipo de dispositivo. O rato de computador é dos dispositivos de entrada mais conhecidos, mas os teclados e os touchpads não lhe ficam atrás. Para além destes bem conhecidos dispositivos de entrada, existem muito outros, tais como, por exemplo:
  • joysticks,
  •  pens,
  •  joypads,
  •  mesa digitalizadora,
  •  digitizers,
  •  paddles,
  • lightpens 
  •  luvas de dados 

Rato de computador

O rato de computador é um dos dispositivos de entrada mais conhecidos. Os movimentos efectuados pelo rato sobre uma superfície plana ou sobre um tapete para rato são digitalizados e enviados para o computador como instruções na forma de dados.

Enquanto os ratos mais antigos usavam uma bola inserida na parte inferior para identificar os movimentos (trackball), os novos ratos ópticos usam um laser.

Os ratos podem ser ligados ao computador com um cabo, normalmente USB. Os dispositivos mais modernos comunicam com o computador por radiofrequência, tornando os cabos desnecessários. Os ratos sem fios transmitem os seus comandos ao computador por infravermelhos ou Bluetooth.

Existem também ratos especiais para jogadores, com um tempo de reacção menor e funções adicionais. Leia aqui também o artigo sobre ratos de computador.

Dispositivos de saída 

Os dispositivos de saída permitem a comunicação no sentido do computador para o utilizador. de seguida são apresentados os principais dispositivos de saída relacionados com a reprodução das aplicações multimédia.

Monitor


O monitor é um equipamento responsável por transmitir informações visuais ao usuário.é um dispositivo de saída mais usado,exibindo texto, imagens e vídeos.

Impressora
impressora_c4480[1].jpg
São os dispositivos mais comuns de saída de informação para suporte físico como é neste caso o papel. 

Caixa-de-som

inspire-t10-speakers[1].jpg

A caixa de som é uma caixa construída em volta de um altifalante para melhorar a reprodução e transmissão de som.

Projector de video
external image images?q=tbn:ANd9GcTUWrJrULRb_B3UzJUlwOppYpAh0hLnYg670rzuZ3XG3vYOeGJ5









Um projector de video é um dispositivo que recebe um sinal de video e projecta a imagem correspondente numa tela de projecção.
Os projectores de video são utilizados em conferências, formações, etc. São também utilizados em escolas para dar aulas.

Placa gráfica
external image images?q=tbn:ANd9GcRZ_zKBvvkA1ryQBWSGVssbdlnhxxiZDA730NHzNkFUaQe5ZnHp
função da placa gráfica é construir as imagens que são apresentadas nos monitores do computador.
Quanto mais memoria existir, melhor é a resolução e mais cores são possíveis de apresentar.


Plotter

external image images?q=tbn:ANd9GcRrNLPDM-sAu_7oAcMjiNXTTlgT7mGqKB8Ah2mS-GncoYRhjhkquw

Uma plotter é uma impressora destinada a imprimir desenhos em grandes dimensões, com elevada qualidade e rigor, como por exemplo plantas arquitectónicas, mapas cartográficos, projectos de engenharia e grafismo.

Fax 
external image images?q=tbn:ANd9GcQEK2GnlDon7rI_1eCpBRdnY5KMP5g6FMf9cCc8Drs3tO8ERQKv

O Fax é uma tecnologia das telecomunicações usada para a transferência remota de documentos através da rede telefónica.
Dispositivos de entrada e saída 
O que são?

Um dispositivo de entrada e saída (misto), é aquele que permite a inserção de dados(entrada), mas também a obtenção dos mesmo.

Placa de Rede 

É um periférico responsável pela comunicação entre computadores, dentro de uma determinada rede. Existem vários tipos de placas, com vários tipos de entradas, de modo a poderem adaptar-se aos vários tipos de computadores.


Placa de Rede
Placa de Rede



Modem  

É um periférico misto que pode ser instalado no interior de um escritório, habitação, etc...Transforma o sinal. Um modem ADSL (de Internet de alta Velocidade) é capaz de modular o sinal analógico do telefone e modular o sinal digital do computador, para troca de dados através do cabo do telefone. Existem vários tipos de modems:
  • Fax-modem
  • ADSL modem
  • Cable modem
  • WiFi modem

Modem
Modem


Uma pendrive, ou simplesmente pen, é um periférico misto, por permitir a inserção de dados, bem como a obtenção destes. é colocada na entrada USB do computador, e assim podemos utilizá-la para guardar documentos, fotografias, entre outros.


Pendrive
Pendrive













O disco rígido (HD) é um componente do computador onde são guardadas todas as informações pertencentes ao computador. É uma memória a que chamamos "não-volátil", ou seja, não perde as informações, quando desligado da corrente eléctrica.


Disco Rígido (HD)
Disco Rígido (HD)












disquete é um disco magnético removível, e que permite o armazenamento de informações, embora em muito menor quantidade em comparação com a pendrive.

Disquetes
Disquetes














Um monitor touch é também considerado também um periférico de entrada e saída, pois permite a inserção de dados, além de fazer a função de monitor, como qualquer outro monitor normal. Incorpora as funções do rato, do teclado, e de monitor, num só objecto.